
Amigos Palmeirenses,
É muito bom voltar pra casa e depois de quase 1 ano sem ir ao Palestra (por estar morando fora), retornar ao nosso Jardim Suspenso e ver uma boa vitória do nosso Palmeiras, e em cima de um concorrente direto ao título.
Pouco mais de 6.000 Parmerenses assistiram nossa vitória e saíram contentes pelo resultado, pelos 3 pontos, pela extinção do começo de crise que rondava o Palmeiras e pelo time ter acordado depois de horríveis apresentações (que se mantenha regular). O clima era de festa pois se tratava de um dia especial: ontem, 12 de junho se completou 15 anos desde a esmagadora vitória por 4x0 na final do Paulista de 1993 contra nosso maior rival Corinthians, vulgo segundona. Tudo isso com direito a cantar o nome dos jogadores que participaram daquele dia histórico para todo palmeirense.
O jogo começou nos assustando. Apesar do Palmeiras esboçar um começo razoável, nossa defesa estava muito mal organizada, batendo cabeça e jogando no mano a mano (sem sobra) contra o bom ataque do Cruzeiro. Não demorou muito e num rápido ataque criado no meio do buraco da zaga, o juiz arrumou um penalty discutível que foi convertido por Guilherme. Cruzeiro na frente e continuava dando sustos em nossa zaga que insistia em jogar no mano a mano. Em mais um ataque rápido o Cruzeiro chegou pela direita num chute cruzado bem batido que Marcos espalmou brilhantemente para escanteio.
O Palmeiras esboçava reações mas o ataque e o meio muito bem marcado dificultava a penetração pelo meio. Mesmo assim numa jogada pelo meio entre Alex Mineiro e Valdívia, este último avançou livre na área e foi derrubado pelo zagueiro cruzeirense. Marca da cal, para compesar o penalty discutível a favor do Cruzeiro, pois na minha opinião não houve falta. Por se tratar do último homem o zagueira mineiro foi expulso, oque facilitou muito as coisas para o Palmeiras.
Luxa, muito inteligente, não exitou e tirou Léo Lima para a entrada de Diego Sousa para apoiar ainda mais o ataque, visando a virada. Diego começou o jogo visivelmente nervoso e logo perdeu um gol de cabeça, após cruzamento de Kléber na sua cabeça. E o primeiro tempo foi assim.
A postura do Palmeiras no segundo tempo era totalmente diferente. Logo se tornou o dono do jogo, fechando bem o meio de campo, deixando um zagueiro sempre na sobra, explorando os espaços do campo por ter um jogador a mais, e na minha opinião, o grande diferencial de atitude: os atacantes todos marcando, pressionando e não dando espaço para a defesa adversária sair lá de trás com a bola dominada.

Os gols se tornaram consequência dessas atitudes. Diego começou a se soltar mais em campo e num cruzamento preciso do Leandro, encontrou o meia na área que escorou pra trás e achou Valdívia que chegou como uma bala (ups, eu disse bala? hahahaha chupa gambazada. Veja Foto ao lado!) e encheu o pé com a bola no ar e jogou no canto direito do goleiro de MG que nem viu onde a bola foi. Golaço!
O Cruzeiro meio que entregue, não sabia o que fazer com a bola e não conseguia esboçar a mínima reação. Já o Palestra por sua vez se mantinha no ataque para definir logo a partida. Em uma jogada rápida Valdívia foi lançado, carregou fez que ía chutar e achou Diego Sousa livre que chutou no canto do arqueiro que parado nada pode fazer. No trajeto, a bola ainda resvalou no zagueiro.
Marcão levou um frango sim, pediu desculpas para a torcida na mesma hóra, e neste momento todo Palmeirense gritava feliz: PQP é o melhor goleiro do Brasil. Esse é o nosso Marcãom ele pode.
Logo depois em uma falta cobrada por Leandro, Henrique seleção subiu mais do que todos e botoou a bola no barbante, oferencendo o tento ao nosso arqueiro Penta Campeão do Mundo.
Daí a atitude que falei a pouco: ataque marcando a defesa adversária. E assim, Kléber rapidamente corria atrás do jogador cruzeirense pressionando e este não soube o que fazer com a bola, e Piérre (que partida) pra complementar veio pra tomar a bola avançar pela direita e cruzar na medida para nosso centro avante matador definir o chocolate em 5x2.
Resumindo, primeiro tempo ruim com a defesa precisando ser corrigida pelo Luxa, porém com um segundo tempo quase que perfeito, onde os jogadores mostrarm aquela atitude do Campeonato Paulista, atitude de quem quer vencer, atitude de quem quer ser campeão pelo Plameiras. Que essa atitude se mantenha ao longo do campeonato se tornando uma marca Alvi Verde para este Brasileiro, como se tornou no Paulista.
Saudações Palestrinas.
Obs. até agora eu não paro de rir da gambazada. Assistir o Neto e o Dr. Osmar falando sobre o vechame da galinhada, NÃO TEM PREÇO.